Eu não quero saber da sua espiritualidade, eu quero saber da sua humanidade

Cuidar da dieta é bom, praticar yoga é excelente, meditar traz elucidação. Os caminhos para a conexão com o divino que há em nós são verdadeiros presentes. Mas o que fazer com os “seres gratiluz”, que vivem quase que num estado de iluminação terrena, e que no fundo, seus egos inflados não lhes permite serem humanos e respeitar o básico da boa convivência e da compaixão entre os seres?